Antes e depois – Fox

“No dia 26/08/2012 fui à casa de uma amiga quando me deparei com um cachorro da raça Akita que estava no quintal, muito debilitado. Soube da história que seu marido o tinha  visto há alguns dias na rua e assim o resgatou trazendo ele para casa, onde não foi assistido devidamente e, assim, piorava a cada dia. Me assustei quando vi aquela carinha olhando pra mim com sangramento nos olhos e muitas feridas, as orelhas pingavam sangue, as patinhas e a cabeça muito inflamada e cheias de bichinhos comendo ele, muito magro, com desnutrição onde chegava a andar cambaleando e desmaiando.

Fiz um apelo de emergência para a ONG Apata em Fortaleza e, com ajuda de protetores, conseguimos dar os primeiros socorros para o Fox. A partir daí me dediquei a ele que passou por tratamento para dermatite, sarna, desnutrição, anemia e Leishmaniose, sem falar que ele havia pêgo um trauma de não querer ficar sozinho, uivava muito alto, chorando, e só ficava quieto quando eu deitava no chão com ele e dava carinho, conversando até dormir.

Dei muito amor para o Fox, cuidado, carinho e mimo, a cada dia ele melhorava mais e mais. Depois de toda dedicação, meu maior medo era que ele não encontrasse uma família que continuasse com seu tratamento e desse o amor que ele merecia, mas Fox encontrou uma mamãe e uma avó que  hoje o amam muiiito, e sempre é compartilhado muitos vídeos e fotos de sua felicidade em meio a elas que não só o tratam como cachorro da casa, mas um filho peludo.
Hoje Fox não será mais abandonado, não estará mais com medo, com frio, com fome, com sede, com dor, e muito menos sozinho!” – Arethusa.

 

Fox - antes

Fox - depois

Fox – depois

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Antes e depois – Kika

“Kika foi encontrada na rua de uma comunidade, magérrima e tomada por sarna, mal abria os olhos. Quem a viu, fez um apelo via internet. Vi e me comovi muito, por isso, logo me comprometi a dar lar temporário a ela, enquanto ficasse bem para ser adotada por alguém.

Primeiramente ela foi internada na clínica, onde ficou por cinco dias fazendo exames e recebendo o tratamento inicial. Quando fui buscar ela, era quietinha, mas sempre muito carinhosa, roçando em minhas pernas sempre que me via. Kika passou em torno de 02 meses trancada em um quartinho, enquanto era tratada para ficar saudável e ser colocada junto de meus outros gatos, até que finalmente ela recebeu alta e hoje está livre, gordinha e é muito, muito, muito sapeca. Nem de longe lembra aquela gatinha quieta, a não ser por continuar muito manhosa, nem que seja por alguns segundos, até sucumbir a tentação e atracar as mãos da gente, para morder sem dó. Rs.

Em nenhum momento a Kika desanimou, ela sempre comeu bem e tomou as medicações, como se tivesse ansiedade em ficar bem. Agora o lar não é mais temporário. A casa é dela, e meu coração também. Nada me faz mais feliz e me dá tanta paz, que ver um animal que estava tão doente e desprezado, vivendo agora tão plenamente feliz e amado. Com certeza a gente recebe em dobro tudo que faz por esses peludos. Aconselho todos a experimentarem! Salve um peludinho, e o adote! Ele vai fazer você muito feliz!” – Gisele

 

Kika - antes e depois

Kika – antes e depois

Antes e depois – Lilica

“Essa menina linda se chama Lilica. Ela foi atacada por um lunático e acabou levando um facada. Sofreu muito… Tanto pelo corte como pelo local em que se encontrava.

Ela ficava em um cubículo de 1 por 1. Foi tratada na zoonose da minha cidade, só que nunca foi adotada. Não a queriam por ter esse corte nas costas, e por ser feia e não ser pelo menos mestiça.

Só que eu me apaixonei por essa boneca. Muito meiga, linda e carinhosa, ela só precisava de atenção e carinho para se tornar uma linda cachorra. Ela já está comigo há 4 meses,.e sou muito feliz por tê-la ao meu lado.
Tenho 11 adotados, os amo muito e sou retribuída em dobro por cada um deles. Adotar é tudo de bom…” – Mônica

 

 

Lilica - antes

Lilica – antes

Lilica - depois

Lilica – depois

Antes e depois – Tina

“A Tina foi encontrada nas ruas em março de 2009. Uma basset pura, abandonada, cheia de bichos, com as patinhas cortadas e parte de seu corpinho sem pele, além de seu rabinho totalmente sem pelos.  Faminta e sedenta, foi difícil recolhê-la. Afinal, como confiar nos seres humanos? Após recolhê-la, levamos-a no veterinário onde recebeu os primeiros socorros, tendo seus ferimentos limpos e toda a medicação necessária. Estava com princípio de pneumonia e não pesava mais do que 4.900kg.

 

Foram semanas de antibióticos, anti-inflamatórios, curativos, bichos sendo tirados… Mas valeu a pena, porque depois de algumas semanas, pudemos vê-la se recuperando e ganhando peso. Íamos doá-la, mas algo em nosso coração não permitiu. Mesmo já tendo vivido tanta tristeza em sua vidinha, depois de alguns meses ela começou a perder a visão de um olho e, logo em seguida, do outro. Depois começou a perder o centro de referência e mal conseguia andar. Os veterinários não conseguiram descobrir o que ela tinha, mas acharam que era algum problema neurológico, provável de algum tumor no cérebro. Ela já não andava direito e dependia de nós para fazer suas necessidades, comer e tomar água.

 

Mesmo doente, em sua caminha, sabia tudo o que estava acontecendo e sabia quando falávamos com ela. Não podia mais brincar, não podia mais correr, mas mesmo assim, balançava o rabinho quando ouvia nossa voz. Infelizmente, ela virou estrelinha em agosto deste ano. Ela esperou eu viajar para deixar esse mundo e ser feliz num mundo melhor. Num mundo onde não tem sofrimento, onde ela pode ser feliz de verdade. Espero ter contribuído um pouco para sua alegria aqui na terra, porque com certeza, ela foi muito amada e fez minha vida muito melhor”. – Eliana

 

Tina - antes

Tina – antes

Tina - depois

Tina – depois

Antes e depois – Julieta

“Minha mãe tem 78 anos, moramos juntas com mais 7 cachorros, todos resgatados de rua. Um belo dia, ela resolveu ir à feira livre para comprar bananas. Atravessou a cidade para poder fazer suas compras (quando seria muito mais fácil ir ao supermercado, mas ela queria porque queria ir à feira). Chegando lá, depois de haver comprado as bananas, estava regressando para o carro quando ouviu um cachorro ganir. Foi ver. Era um sujeito qualquer chutando uma cachorra magrela, na verdade, um esqueleto ambulante.

A cachorra tinha uma pata quebrada, tetas caídas (sinal de cachorra recém parida), cicatrizes pelo corpinho todo e todos os seus ossinhos aparecendo. Minha mãe não pensou duas vezes: largou as compras e trouxe a cachorra, não sem antes procurar pelos filhotinhos – mas sem encontrar. Na verdade, as tetas estavam caídas mas não havia leite.

Logo que ela chegou,os cachorros ficaram curiosos, mas não foram agressivos ou ciumentos. Montamos mais uma casinha, passamos a dar comida a cada duas horas, no dia seguinte ela tomou seu primeiro banho. Dentro de poucos dias, foi à veterinária para verificar a perninha quebrada – a fratura era na articulação, então a recomendação foi deixar assim e esperar solidificar sozinho. Resultado: ela voltou a andar com perfeição, está gordinha e muito feliz. E integrou-se perfeitamente à sua família humana e não-humana!” – Carla.

 

Julieta - antes

Julieta – antes

Julieta - depois

Julieta – depois

Antes e depois – Negão

“Em 2009 encontrei o Negão, um cão da raça Rotweiller, caído em uma rua movimentada da cidade de Pouso Alegre, MG. Ele estava caído lá há dias e não tinha forças para se levantar devido à doença e fraqueza. Negão tinha uma bicheira enorme no ouvido que comeu uma de suas orelhas. O cheiro era terrível e quase não conseguíamos chegar perto. O recolhemos, cuidamos dele por muitos meses até curar tantos problemas de saúde que ele tinha, inclusive doença do carrapato e anemia profunda além da bicheira que era visível.. Hoje ele está conosco, pesa quase 60 Kg, está lindo, saudável e vive muito feliz. É muito mansinho e demonstra a cada momento sua gratidão!  Apesar de ter passado pela dor do abandono, Negão não deixou de acreditar no ser humano!” – Ediléia

 

Antes e depois - Negão

Antes e depois – Negão

 

 

 

Antes e depois – Miguelzinho

“No dia 28/06/2012, quando tinha 20 dias de vida, eu, Miguelzinho, fui abandonado com meus irmãos na beira de um valão em uma caixa cheia de pulgas, formigas e batatas palhas. Lá, fui maltratado, agredido e fiquei PARAPLÉGICO. Infelizmente, meus irmãos foram mortos afogados. No dia seguinte, sem muitas esperanças, passei muito frio, sofrendo horrores de dor, fome, sede e medo; fui resgatado pela pessoa que se tornaria meu anjo da guarda, minha mamãe, minha heroína, minha força e minha vida… Com a ajuda de muitos titios e titias, consegui doações para me tratar e ter uma saúde estável. Hoje tenho apenas 6 meses e não temos certeza se um dia voltarei a andar, mas isso para mim não é o importante, com as pernas da mamãe eu vou longe. E quem precisa de pernas quando se tem um coração enorme esbanjando amor, carinho e afeição?” – Charlote

 

Miguelzinho - antes

Miguelzinho – antes

 

Miguelzinho - depois

Miguelzinho – depois