Leishmaniose: vacine seu cãozinho

A revista Cães e Cia publicou em sua última edição (março), uma nota divulgando que em outubro de 2011, a vacina Leishmaniose – que protege cães contra a leishmaniose canina, foi aprovada na terceira fase do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em áreas com forte disseminação da doença, etapa final para obtenção de registro naquele ministério.

A vacina age no intestino do mosquito vetor impedindo que o parasito leishmania se reproduza e, com isso, evitando que a doença se propague.

Quando aplicar a vacina

A vacina só pode ser aplicada depois de o cão ter obtido sorologia não reagente para leishmaniose. A princípio, são aplicadas três doses de 20 e 20 dias, a partir dos 4 meses de idade. O reforço é anual.

Leishmaniose

A leishmaniose visceral é uma doença grave de curso lento, de difícil diagnóstico e de fácil transmissão, tanto para os cães quanto para os humanos. É causada pelo protozoário Leishmania, transmitido pela picada de flebótomos (insetos) infectados. O cão é considerado o principal reservatório da doença no meio urbano, mas não o único, já que animais silvestres e mesmo o homem podem atuar como reservatórios.

Os sintomas no cão são bastante variáveis, sendo comum o aparecimento de lesões de pele acompanhadas de descamações e, eventualmente, úlceras, perda de peso, lesões oculares, atrofia muscular e, em alguns caso, o crescimento exagerado das unhas. Em um estágio mais avançado, há o comprometimento do fígado, baço e rins, podendo levar o animal à morte. Devido à variedade e à falta de sintomas específicos, o médico veterinário é o único profissional habilitado a fazer um diagnóstico preciso da doença. É importante ressaltar que há um grande número de animais infectados que não apresentam sintomas clínicos (assintomáticos).

Proteja seu cãozinho!

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