Antes e depois – Jayminho

“Este é Jayminho, o amor da minha vida, o ser mais incrível que já conheci. Eu o achei na rua, na lama, no dia 07/01/09, nesse estado que se vê na foto abaixo. Inicialmente pensei que tinha passado por algum tipo de violência ou acidente, mas logo nos primeiros dias de permanência dele na minha casa, percebi que tinha alguma coisa errada.

Ele não parava de coçar os ferimentos, e sangrava o tempo todo. Por isso o papelão, pois não achei nada melhor para protegê-lo dele mesmo. Assim, o tempo foi passando e o levei a vários veterinários, inclusive um veterinário dermatologista, e até hoje nenhum conseguiu descobrir a problema do Jayminho. Por isso ele vive com esta proteção 24 horas por dia. E a roupinha, ele usa não porque é bonitinho, mas para proteger o pescoço e o dorso que ele consegue coçar com as patas traseiras.

A coceira dele é compulsiva,  quando ele começa a coçar uma região do corpinho, não consegue parar e dessa forma se auto mutila. Mas apesar de tudo ele é um animalzinho muito feliz, vejo isto nos olhinhos dele todos os dias, porque ele tem uma família que o ama com todo o amor que pode oferecer, e que tudo já fez para curá-lo deste mal.” – Manu

 

Jayminho - antes

Jayminho – antes

Jayminho - depois

Jayminho – depois

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Antes e depois – Lilica

“Essa menina linda se chama Lilica. Ela foi atacada por um lunático e acabou levando um facada. Sofreu muito… Tanto pelo corte como pelo local em que se encontrava.

Ela ficava em um cubículo de 1 por 1. Foi tratada na zoonose da minha cidade, só que nunca foi adotada. Não a queriam por ter esse corte nas costas, e por ser feia e não ser pelo menos mestiça.

Só que eu me apaixonei por essa boneca. Muito meiga, linda e carinhosa, ela só precisava de atenção e carinho para se tornar uma linda cachorra. Ela já está comigo há 4 meses,.e sou muito feliz por tê-la ao meu lado.
Tenho 11 adotados, os amo muito e sou retribuída em dobro por cada um deles. Adotar é tudo de bom…” – Mônica

 

 

Lilica - antes

Lilica – antes

Lilica - depois

Lilica – depois

Antes e depois – Julieta

“Minha mãe tem 78 anos, moramos juntas com mais 7 cachorros, todos resgatados de rua. Um belo dia, ela resolveu ir à feira livre para comprar bananas. Atravessou a cidade para poder fazer suas compras (quando seria muito mais fácil ir ao supermercado, mas ela queria porque queria ir à feira). Chegando lá, depois de haver comprado as bananas, estava regressando para o carro quando ouviu um cachorro ganir. Foi ver. Era um sujeito qualquer chutando uma cachorra magrela, na verdade, um esqueleto ambulante.

A cachorra tinha uma pata quebrada, tetas caídas (sinal de cachorra recém parida), cicatrizes pelo corpinho todo e todos os seus ossinhos aparecendo. Minha mãe não pensou duas vezes: largou as compras e trouxe a cachorra, não sem antes procurar pelos filhotinhos – mas sem encontrar. Na verdade, as tetas estavam caídas mas não havia leite.

Logo que ela chegou,os cachorros ficaram curiosos, mas não foram agressivos ou ciumentos. Montamos mais uma casinha, passamos a dar comida a cada duas horas, no dia seguinte ela tomou seu primeiro banho. Dentro de poucos dias, foi à veterinária para verificar a perninha quebrada – a fratura era na articulação, então a recomendação foi deixar assim e esperar solidificar sozinho. Resultado: ela voltou a andar com perfeição, está gordinha e muito feliz. E integrou-se perfeitamente à sua família humana e não-humana!” – Carla.

 

Julieta - antes

Julieta – antes

Julieta - depois

Julieta – depois

Antes e depois – Bandit

“Esse é o Bandit. Eu o encontrei na calçada da minha casa. Na hora que eu o vi, pensei que fosse um gato, de tão pequeno e magro que ele era… Mas, depois que cheguei mais perto, vi que ele era um cãozinho muito sofrido e que precisava de ajuda, pois estava cheio de sarna, com o pescoço em carne viva e muita diarreia. Tratei ele sozinha já que em casa ninguém queria ficar com nele, mais eu o tratei com muito amor e carinho, e hoje ele está lindo, curado e muito feliz e amado por todos de em casa! Amo meu bebê!” – Mayara

 

 

Antes e depois - Bandit

Antes e depois – Bandit

Antes e depois – Bolinho

“Este nas fotos é o Bolinho quando foi abandonado e um ano e meio depois! Ele foi deixado junto com mais três irmãozinhos na entrada da minha casa, todos empilhados em uma caixa pequena, muito sujos e famintos. Como eu já tinha cinco gatos, a ideia inicial era de cuidar deles enquanto procurávamos uma pessoa responsável que pudesse adotá-los. Eles eram muito unidos, então decidimos que eles deveriam ser adotados aos pares. Claro que não consegui me desfazer de um pinguinho de gato tão frágil assim e acabei ficando com ele e o irmão maior! Este ano o Bolinho adotou uma gatinha que recolhi das ruas e a trata com o mesmo amor que foi tratado quando chegou aqui!” – Liliam

 

 

Bolinho - antes

Bolinho – antes

 

Bolinho - depois

Bolinho – depois

 

Antes e depois – Batata

“O Batata foi o único sobrevivente de uma ninhada abandonada no lixo, em setembro desse ano. Resgatado pela ONG Bem Estar, estava bem fragilizado, com muitos piolhos e feridas, como dá pra ver na foto.

O recolhemos um dia após encontrado. Miudinho e fofo, achamos que ele ia ficar pequeno
. Durante um mês e meio passou por uma crise de identidade sendo chamado pelos mais inimagináveis nomes. De Casquinha a Pudim. Como ele foi resgatado por uma família bem noveleira, optamos por Batata, por ter vindo do lixo e ser lindo, assim como o Cauã Reymond criança na Avenida Brasil! Hahaha.
Com exatos 2 meses e 7 kg a mais, ele está como na foto atual, e agora sabemos que de porte pequeno ele não tem nada. Está gigante, arteiro, mas continua fofo, lindo e tem tanto amor que estamos até em busca de uma casa maior para que ele tenha todo o conforto e espaço que merece. ” – Letícia.
Batata - antes

Batata – antes

 

Batata - depois

Batata – depois

 

Antes e depois – Napoleão

“Peguei o Napoleão em uma ONG, ele tinha acabado de chegar por lá. Eu, que procurava um cão já adulto, de guarda, me derreti pela vontade que ele tinha de sair dali, pois tinha pisado na cabeça de outros cães e se jogado na grade. Com apenas 3 meses, barriga cheia de vermes, sarna dermodese e cinomose, não me contive e o levei para casa.

Ele foi sarando e ficando cada vez mais bonito. Eu não me lembro da vida antes no Napoleão. Ele se tornou um cão incrivelmente dócil, educado e obediente. Hoje, ele é meu orgulho, é cão terapeuta, trabalha com idosos em um lar mantido pela prefeitura e enche a minha vida de alegria. É um cãopanheiro de primeira, e gera só elogios de todos que conhecemos”- Fabiana.

 

Napoleão - antes

Napoleão – antes

 

Napoleão - depois

Napoleão – depois