Antes e depois – Fiona

“Minha história com a Fiona começou em 08/02/2011.

Quando cheguei ao meu trabalho me deparei com um bichinho correndo ao meu encontro, foi amor à primeira vista, avisei meus colegas que ela seria minha.

Ela estava bem debilitada, com muita sarna, pulgas e carrapatos e já estava dormindo na rua por um bom tempo, até aparecer lá na empresa.

Bom, eu já estava certa que ela seria minha, mas ainda tinha que convencer meu marido que mesmo sendo louco por animais achava que não tínhamos espaço suficiente para criar um cachorrinho, já que morávamos em uma quitinete.

Ele estava convencido a não pegar ela, até que no final da tarde da sexta feira, pedi para ele me pegar no serviço, ele foi e se deparou com ela, a levamos para casa, mas com uma condição: que eu levasse ela no veterinário no sábado e que no domingo teria que arrumar outro dono. Bom, como não podia ser diferente, no domingo a noite ele já estava apaixonado, assim como eu, por ela.

Depois de vários meses de tratamento ela ficou curada e é o nosso amorzinho, nossa companheira para tudo. Costumo dizer que foi ela quem me adotou naquele dia em que veio correndo e abanando o rabinho ao meu encontro” – Odete.

Fiona - antes

Fiona – antes

Fiona - depois

Fiona – depois

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Antes e depois – Alice

” A encontramos  no dia do aniversario da minha filha… Chovia muito, e a Alice estava no meio fio, quase indo para o bueiro. Ouvi um chorinho, falei para a minha filha ‘tem um cachorrinho bebê aqui’. Fomos chegando mais perto e vimos ela tomando toda aquela chuva. Fomos para a casa da minha mãe pegar um tecido para enxugá-la pois estava muito frio, e ela ainda tinha o cordão umbilical. Voltamos para a nossa casa e cuidamos com todo amor, amamentamos, aquecemos, e cuidamos dela como um bebê. Hoje ela está com 2 anos, linda! É minha companheira, minha vida… Amamos demais a nossa Alice!” – Lele.

Alice - antes

Alice – antes

 

Alice - depois

Alice – depois

 

Antes e depois – Leléco

“Em junho deste ano percebi que havia um cãozinho perambulando pelas ruas aqui perto de casa, muito magro e com as bochechas em carne viva de tanta sarna. Mas, segui meu caminho sem olhar para trás.

Dois dias depois, debaixo de muita chuva, lá estava ele, encolhido num beco da rua… Desta vez, ao olhar aquele ser tão triste e apavorado não tive dúvida: parei e o coloquei dentro do carro, levando-o para casa, mesmo sabendo que ia criar “problemas” com minha mãe, que mora comigo.

Levei ao veterinário e dei todos os cuidados de que precisava. Seu nome é Leléco, hoje faz parte da família e, embora tenha sequelas psicológicas do tempo que passou nas ruas, posso dizer que é o cachorro mais alegre que já tive; brinca e corre o dia todo e a felicidade que vejo estampada naqueles olhinhos me faz a pessoa mais feliz do mundo!” – Adriana.

 

Leléco - antes

Leléco – antes

 

Leléco - depois

Leléco – depois