A crueldade que ninguém vê

O lado sombrio das fazendas e laboratórios

 

Morte lenta e violenta 

A vitela é a carne de um bezerro anêmico que passa seus cinco meses de vida em um cercado minúsculo, impedido de se mover, para a carne ficar macia.

Vitela

Pesadelo sem fim

Galinhas poedeiras vivem espremidas sob luz quase ininterrupta para que comam e botem ovos sem parar. Seus bicos são cortados para evitar canibalismo.

Galinha poedeira

Nascidos para morrer

Para obter ratos sem contaminação, os cientistas retiram o útero de uma rata em final de gestação e extraem as cobaias.

Ratos

Mortos pela embalagem

Bichos com pele valiosa não dão cria em cativeiro e são caçados. Passam dias com a pata dilacerada, presa em armadilhas.

Raposa

Envenenamento lento

Para testar a toxicidade de um produto de limpeza, cosméticos e medicamentos, seis a nove animais são forçados a ingerir doses crescentes da substância, por até 15 dias, até que metade morra. Os sobreviventes são mortos para estudo.

Testes em laboratório

 

Ácido no olho

Alguns produtos também são testados em tecidos sensíveis. Nesse caso, pinga-se a substância nos olhos de coelhos. Em alguns casos, a
córnea vira uma pasta.

Ácido nos olhos

Foie gras

Três vezes por dia, durante 20 dias, um tubo é enfiado no pescoço do ganso e por ali bombeia-se um quilo de milho e banha. Depois, um anel evita que ele regurgite. Seu fígado adoece. É com ele que se faz o patê de foie gras.

Patê de foie gras

Fonte: Superinteressante

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Resultado: 1º Concurso de Fotografia do Animal Mundi

Rufem os tambores! Depois de muita espera – e grande dificuldade dos nossos jurados em escolher as melhores imagens (eram muitas fotos boas, vocês viram né?), segue o resultado do nosso 1º concurso de fotografia do Animal Mundi!

Obrigada a TODOS os 93 participantes que enviaram as fotografias de seus pets para nós. Quem não ganhou, vai ter eternizada aqui, em nosso blog, uma singela homenagem a seus queridos amigos.

1º Lugar

Fotografia: Ágatha Katherine de Mesquita Nelsis

Comentários dos jurados:

“Bem focada, bem enquadrada, boa luz e escolheu um momento bastante inusitado e diferente. Foto bem executada e criativa”. André Américo.

“Voto pela composição e expressão do animal; um instante rápido, mas que foi capturado mantendo o controle e bom equilibro da imagem. A expressão do gato chega a ser divertidamente ambígua”. Christian Piana.

“A composição estética ficou muito harmoniosa com relação a cores, foco… Foi feita no momento exato”. Rafael Côvre.

2º Lugar

Fotografia: Erich Nishiyama

Comentários dos jurados:

“Bem focada, bem enquadra. O que chama a atenção é a excelente luz lateral, deu detalhe e volume nos pelos do gato e brilho nos olhos. Peca pela falta de criatividade, mas muito bem executada”. André Américo.

3º Lugar

Fotografia: Maíra Bedin

Comentários dos jurados:

“É muito bem composta e passa um sentimento muito legal; ela fala por si só”. Rafael Côvre.

“Bem focada, bem enquadra, boa luz e boa escolha do PB. Deu a imagem uma atemporalidade, o que é acentuado pela meia da modelo. Bem executada e criativa”. André Américo.

 

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Cartaz de divulgação

Dicas para fotografar seu pet

Fogos de artifício e a sensibilidade auditiva dos animais

Nós adoramos futebol. Adoramos também quando nosso time do coração vence uma final de campeonato.

Mas, infelizmente, nem todo mundo sai feliz nessa comemoração. Os sons dos fogos de artifício costumam ser um verdadeiro pesadelo para cães e gatos, que sofrem com o barulho excessivo que vem das explosões. Com uma audição extremamente aguçada e sem entender o porquê de tanto barulho, eles se assustam, entram em pânico e correm em desespero.

Em casos assim, é comum o acontecimento de fugas, acidentes (como atropelamentos) e até convulsões ou arritmias seguidas de morte, dependendo do estresse do animal.

Aos que comemoram, deixamos um apelo: MANEIREM na soltura de fogos de artifício. Há muitas outras maneiras de comemorar sem prejudicar os animais. Aos donos de pets, deixamos aqui algumas dicas para acalmá-los.

Dicas para acalmar seu pet

Como a principal causa do nervosismo é o barulho, existem algumas opções para reduzir o ruído, como:

– Colocar tampões de algodão ou silicone nos ouvidos do animal, para que o barulho seja abafado;

– Colocar o animal em um local fechado e fechar bem todas as janelas, para que ele não possa escutar as explosões com tanta clareza (um quarto ou local em que entre pouco som);

– Estender cobertores pesados nas janelas e no chão desse quarto;

– Cobrir o animal com algum edredom. O importante, nesse caso, é reduzir ao máximo todo o ruído que pode atormentar o seu bichinho;

– Alguns animais se sentirão mais seguros se estiverem no colo do dono. Assim, tente segurá-lo com firmeza e tente acalmá-lo com frases que ele gosta. Para minimizar o stress aja calmamente e fale baixo durante todo o tempo.

Referências: WspaBrasil

1º Concurso de fotografia do Animal Mundi – última chamada!

Álbum

Quem ainda não mandou a fotografia do pet pro concurso tem até a próxima sexta-feira (dia 06 de julho) pra mandar.

O processo para enviar sua foto é simples:

1. Clique seu animalzinho de estimação com sua câmera digital, analógica ou até mesmo celular. O importante é fotografar (dicas pra fazer uma bela fotografia aqui)!

2. Salve a imagem em seu computador e envie para nosso email – animallmundi@gmail.com –  com seu nome completo, endereço e perfis nas redes sociais.

3. Aguarde a confirmação do recebimento da foto e confira sua imagem em nosso mural no Facebook. 

4. Aí então, é só esperar a seleção do júri – composto por fotógrafos profissionais – e ficar na torcida para levar:


– Workshop de fotografia básica com André Américo*
– Crédito na sorveteria Bariloche no valor de R$50,00
– Conjunto com cama, roupa (ou bolsa) e coleira para gato/cachorro do Animal Mundi
– Pacote de ração do Mercado Bom Garoto
– Álbum da banda Instinto

Importante: fotografias que, comprovadamente, tenham sido retiradas de banco de imagens da internet serão desclassificadas. É muito importante que a fotografia originais seja do SEU pet!
Boa sorte!
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Protetora de Vila Velha (ES) oferece cães para adoção e pede ajuda

Márcia Fernandes é uma protetora de Vila Velha (Espírito Santo), que acolhe e protege animais já há algum tempo, graças à ajuda de amigos. “Sem os auxílios eu jamais conseguiria, sozinha, resgatar os cães. Resgatei muitos que hoje já estão adotados, bonitos e felizes em seus lares”, diz. A protetora monitora todos os cães doados para ter a segurança de que está tudo sempre bem.

Hoje, Márcia está com três cães resgatados em sua casa. Conheça as figurinhas:

Benji

Recolhido há 4 meses, Benji foi encontrado coberto de feridas, além de estar com pulgas e carrapatos. Márcia o resgatou e o levou para sua casa, deu banho, medicação e ração. Alguns dias depois, ela foi com ele ao veterinário, onde foi diagnosticado com anemia e doença de carrapato. Devidamente tratado, hoje ele passa muito bem, tem um ano e meio de idade e ainda não é castrado e nem vacinado.

Ajuda: Márcia está procurando para Benji ajuda com os custos de vacina e castração, e também um adotante.

 

Liz

Liz foi resgatada em 5 de  maio deste ano. Ela vivia na rua, onde muitos cães de grande porte cruzavam com ela. “Um dia ela me seguiu, e quando abaixei para brincar, ela imediatamente pulou no meu colo como se estivesse me pedindo socorro”, lembra. Márcia a levou para casa, deu banho, ração e lhe colocou uma roupinha. Liz tem um ano de idade, é doce, delicada e caseira.

Ajuda: Liz já está castrada e vermifugada,  falta apenas vaciná-la. Está para doação também.

Loirinho

Resgatado pela veterinária Andressa, Loirinho foi encontrado com muita sarna, anemia e doença de carrapato. Internado pela veterinária durante duas semanas, o cãozinho saiu da clínica e foi morar com Márcia a pedido de Andressa. Hoje, com 03 meses, ele ainda está sob tratamento (todo custeado pela veterinária, inclusive com as vacinas), porém mais saudável e peludinho.

Ajuda: Neste caso, Márcia pede ajuda somente com a ração, pois o filhote, que está em fase de crescimento, come muito. Terminado o tratamento, ele também será encaminhado para adoção.
Contatos da Márcia para quem puder ajudá-la

Telefone: (27) 9715-4642

Email: marcia.fernandes@onconew.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/marcia.fernandes.56481

Seis anos de cadeia para quem maltratar e matar animais

A Comissão Especial de Juristas encarregada de elaborar proposta para um novo Código Penal aprovou em 25 de maio a criminalização do abandono de animais, além de tratamento mais severo para abusos e maus-tratos. Pela proposta, o abandono poderá ser punido com prisão de um a quatro anos, mais multa. Atualmente, a conduta é uma contravenção, que sujeita o autor a multa e prisão até um ano, sempre em regime aberto ou semi-aberto.

A mesma pena de um a quatro anos foi aprovada para quem praticar abusos ou maus-tratos contra animais domésticos, domesticados ou silvestres, nativos ou exóticos. Esse tipo de crime hoje é punido com prisão de um mês a um ano, além de multa.

No entanto, a pena será ainda ampliada a depender da severidade dos resultados dosmaus-tratos. No caso de lesão grave ou permanente no animal, o aumento será de um sexto a um terço do tempo de prisão. Se houver morte, o aumento será pela metade, o que poderá significar até seis anos de cadeia.

Os abusos e maus-tratos foram um dos temas que mais atraíram a atenção da sociedade acerca da reforma do Código penal. O Movimento Crueldade Nunca Mais, integrado por mais 200 entidades de defesa de animais, chegou a entregar à comissão um documento com cerca de 150 apoios on-line e mais de 50 mil assinaturas em documento impresso propondo maior rigor na legislação. As condutas previstas foram enquadradas na parte dos crimes ambientais, que são tratados em lei específica e foram trazidos para o código pelos juristas.

Pela redação aprovada, ficou tipificado como crime abandonar em qualquer espaço público ou privado, animal doméstico, silvestre ou exótico, ou em rota migratória. Responde pelo crime quem tenha a propriedade, posse ou guarda do animal, se estendendo ainda a quem tenha sido atribuído a função de cuidar, vigiar ou que tenha a autoridade sobre ele.

Experiências

A comissão manteve as regras atuais que restringem a realização de experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos e científicos, na hipótese de existirem recursos alternativos. Quem realizar a experiência desconsiderando alternativa possível que preserve o animal da dor também poderá receber a mesma pena de um quatro anos para o caso de maus-tratos.

Outro ponto que mereceu especial atenção dos juristas foi o tráfico de animais, com a sugestão de pena básica de dois a seis anos de prisão para atividades que hoje é punida com prisão de seis meses a um ano, e multa. Pelo redesenho do tipo pena, será enquadrado como tráfico, entre outras hipóteses, importar, exportar, vender, expor à venda e manter em depósito, trazer e guardar o animal sem autorização legal. A proteção se aplica a ovos, larvas ou espécie da fauna silvestre nativa ou em rota migratória, bem como objetos feitos com matéria-prima animal, inclusive pena, pele e couros.

Haverá punição mesmo quando as condutas praticadas tiverem sido cometidas sem a intenção de lucro. No entanto, caso o objetivo seja a obtenção de lucro, a pena será ampliada de um sexto a um terço do tempo de prisão. E se a conduta visar à exportação, então o autor do crime poderá pagar com um aumento de um terço a dois terços. Na pior hipótese, quem enviar para o exterior animal silvestre ou em rota migratória, de forma ilegal, poderá pegar cadeia por até dez anos.

 

Alguns integrantes da comissão fizeram ressalvas ao rigor das punições sugeridas, mas prevaleceu a opinião da maioria de que os crimes contras os animais exigem tratamento penalmais firme. O advogado Tércio Lins e Silva ponderou que o exagero punitivo pode levar os juízes a não aplicar pena alguma. Já a procuradora de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Luíza Nagib Eluf, chegou a equiparar a gravidade do crime de tráfico de animais ao tráfico de drogas.

– É uma mortandade, com pássaros e outros animais engaiolados sofrendo de maneira horrenda – comentou a procuradora.

Crimes ambientais

Com relação à atual legislação ambiental, a decisão da comissão foi pela incorporação dos seus aspectos criminais ao anteprojeto do código, que deve ser entregue ao Senado até 25 de junho. Não houve inclusão de novos crimes, como observou o relator da comissão, o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves.

Houve considerável aumento de pena para a conduta destinada a promover a entrada no país de espécie animal sem parecer técnico oficial favorável e licença expedida por autoridades competentes. Punida hoje com três meses a um ano de prisão, a prática receberá pena de um a quatro anos se passar a proposta dos juristas.

Essa foi também a proposta para um crime ambiental muito comum, que é cortar ilegalmente madeira de lei classificada, inclusive para transformar em carvão, com vistas a atividade econômica ou não (a pena atual vai de um a dois anos, e multa). Na nova redação, os juristas colocaram sob a mesma proteção contra o corte madeira de floresta, mata ou selva, ou de madeira encontrada em restinga ou caatinga.

De acordo com o relator, as alterações aprovadas em relação aos crimes ambientais, inclusive na questão dos maus-tratos e abusos contra os animais, oferecem tratamento mais protetivo, com sanções maiores. Segundo ele, havia manifestação de temor na sociedade de que “os juristas transformar tudo em penas de multa”.

Prescrição de penas

Outro assunto discutido pela comissão foram os prazos de prescrição das penas. Como não houve consenso entre os juristas, em votação foi decidida a manutenção do que já está previsto no Código Penal vigente. O relator Luiz Carlos afirmou durante a reunião que não é favorável ao texto atual. Apesar disso, defendeu a sua manutenção face à ausência de consenso sobre quais mudanças deveriam ser feitas.

A comissão foi criada pelo presidente do Senado, José Sarney, por sugestão do senador Pedro Taques (PDT-MT).

Fonte: Agência Senado

Atualizado: álbum com os famosos pets do concurso de foto do Animal Mundi

Muitas fotografias têm chegado todos os dias no email do Animal Mundi. E nós, os organizadores, estamos muito felizes por não fazer parte da comissão julgadora do concurso, porque, definitivamente: O PÁREO É DURO!

Vejam vocês mesmos a quantas anda essa competição no álbum do concurso.

Difícil, não? E você? Já homenageou seu pet? Então envie agora pra animallmundi@gmail.com (com 2 Ls mesmo) com a foto do seu cachorro, gato, roedor, passarinho etc, seu nome completo e perfis nas redes sociais. Pode ser foto de câmera chique, celular, câmera analógica, tanto faz. O importante é participar, homenagear seu pet e ainda concorrer a prêmios incríveis.

Premiação

O que o seu amigo vai ganhar: camas, roupinhas (ou bolsas), coleiras e petiscos do Animal Mundi. Pra você, um workshop de fotografia com André Américo, créditos na Sorveteria Bariloche e álbum da Banda Instinto.

A comissão julgadora é composta por cinco fotógrafos profissionais, que farão a escolha minuciosa dos três vencedores do concurso.

Aproveite essa oportunidade e faça uma homenagem ao seu amigo de estimação!

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Cartaz de divulgação – 1º concurso fotográfico do Animal Mundi

Eternize um momento com seu pet e mostre a todos o quanto ele é importante pra você