Antes e depois – Kika

“Kika foi encontrada na rua de uma comunidade, magérrima e tomada por sarna, mal abria os olhos. Quem a viu, fez um apelo via internet. Vi e me comovi muito, por isso, logo me comprometi a dar lar temporário a ela, enquanto ficasse bem para ser adotada por alguém.

Primeiramente ela foi internada na clínica, onde ficou por cinco dias fazendo exames e recebendo o tratamento inicial. Quando fui buscar ela, era quietinha, mas sempre muito carinhosa, roçando em minhas pernas sempre que me via. Kika passou em torno de 02 meses trancada em um quartinho, enquanto era tratada para ficar saudável e ser colocada junto de meus outros gatos, até que finalmente ela recebeu alta e hoje está livre, gordinha e é muito, muito, muito sapeca. Nem de longe lembra aquela gatinha quieta, a não ser por continuar muito manhosa, nem que seja por alguns segundos, até sucumbir a tentação e atracar as mãos da gente, para morder sem dó. Rs.

Em nenhum momento a Kika desanimou, ela sempre comeu bem e tomou as medicações, como se tivesse ansiedade em ficar bem. Agora o lar não é mais temporário. A casa é dela, e meu coração também. Nada me faz mais feliz e me dá tanta paz, que ver um animal que estava tão doente e desprezado, vivendo agora tão plenamente feliz e amado. Com certeza a gente recebe em dobro tudo que faz por esses peludos. Aconselho todos a experimentarem! Salve um peludinho, e o adote! Ele vai fazer você muito feliz!” – Gisele

 

Kika - antes e depois

Kika – antes e depois

Antes e depois – Lilica

“Essa menina linda se chama Lilica. Ela foi atacada por um lunático e acabou levando um facada. Sofreu muito… Tanto pelo corte como pelo local em que se encontrava.

Ela ficava em um cubículo de 1 por 1. Foi tratada na zoonose da minha cidade, só que nunca foi adotada. Não a queriam por ter esse corte nas costas, e por ser feia e não ser pelo menos mestiça.

Só que eu me apaixonei por essa boneca. Muito meiga, linda e carinhosa, ela só precisava de atenção e carinho para se tornar uma linda cachorra. Ela já está comigo há 4 meses,.e sou muito feliz por tê-la ao meu lado.
Tenho 11 adotados, os amo muito e sou retribuída em dobro por cada um deles. Adotar é tudo de bom…” – Mônica

 

 

Lilica - antes

Lilica – antes

Lilica - depois

Lilica – depois

Antes e depois – Tina

“A Tina foi encontrada nas ruas em março de 2009. Uma basset pura, abandonada, cheia de bichos, com as patinhas cortadas e parte de seu corpinho sem pele, além de seu rabinho totalmente sem pelos.  Faminta e sedenta, foi difícil recolhê-la. Afinal, como confiar nos seres humanos? Após recolhê-la, levamos-a no veterinário onde recebeu os primeiros socorros, tendo seus ferimentos limpos e toda a medicação necessária. Estava com princípio de pneumonia e não pesava mais do que 4.900kg.

 

Foram semanas de antibióticos, anti-inflamatórios, curativos, bichos sendo tirados… Mas valeu a pena, porque depois de algumas semanas, pudemos vê-la se recuperando e ganhando peso. Íamos doá-la, mas algo em nosso coração não permitiu. Mesmo já tendo vivido tanta tristeza em sua vidinha, depois de alguns meses ela começou a perder a visão de um olho e, logo em seguida, do outro. Depois começou a perder o centro de referência e mal conseguia andar. Os veterinários não conseguiram descobrir o que ela tinha, mas acharam que era algum problema neurológico, provável de algum tumor no cérebro. Ela já não andava direito e dependia de nós para fazer suas necessidades, comer e tomar água.

 

Mesmo doente, em sua caminha, sabia tudo o que estava acontecendo e sabia quando falávamos com ela. Não podia mais brincar, não podia mais correr, mas mesmo assim, balançava o rabinho quando ouvia nossa voz. Infelizmente, ela virou estrelinha em agosto deste ano. Ela esperou eu viajar para deixar esse mundo e ser feliz num mundo melhor. Num mundo onde não tem sofrimento, onde ela pode ser feliz de verdade. Espero ter contribuído um pouco para sua alegria aqui na terra, porque com certeza, ela foi muito amada e fez minha vida muito melhor”. – Eliana

 

Tina - antes

Tina – antes

Tina - depois

Tina – depois

Antes e depois – Julieta

“Minha mãe tem 78 anos, moramos juntas com mais 7 cachorros, todos resgatados de rua. Um belo dia, ela resolveu ir à feira livre para comprar bananas. Atravessou a cidade para poder fazer suas compras (quando seria muito mais fácil ir ao supermercado, mas ela queria porque queria ir à feira). Chegando lá, depois de haver comprado as bananas, estava regressando para o carro quando ouviu um cachorro ganir. Foi ver. Era um sujeito qualquer chutando uma cachorra magrela, na verdade, um esqueleto ambulante.

A cachorra tinha uma pata quebrada, tetas caídas (sinal de cachorra recém parida), cicatrizes pelo corpinho todo e todos os seus ossinhos aparecendo. Minha mãe não pensou duas vezes: largou as compras e trouxe a cachorra, não sem antes procurar pelos filhotinhos – mas sem encontrar. Na verdade, as tetas estavam caídas mas não havia leite.

Logo que ela chegou,os cachorros ficaram curiosos, mas não foram agressivos ou ciumentos. Montamos mais uma casinha, passamos a dar comida a cada duas horas, no dia seguinte ela tomou seu primeiro banho. Dentro de poucos dias, foi à veterinária para verificar a perninha quebrada – a fratura era na articulação, então a recomendação foi deixar assim e esperar solidificar sozinho. Resultado: ela voltou a andar com perfeição, está gordinha e muito feliz. E integrou-se perfeitamente à sua família humana e não-humana!” – Carla.

 

Julieta - antes

Julieta – antes

Julieta - depois

Julieta – depois

Antes e depois – Bandit

“Esse é o Bandit. Eu o encontrei na calçada da minha casa. Na hora que eu o vi, pensei que fosse um gato, de tão pequeno e magro que ele era… Mas, depois que cheguei mais perto, vi que ele era um cãozinho muito sofrido e que precisava de ajuda, pois estava cheio de sarna, com o pescoço em carne viva e muita diarreia. Tratei ele sozinha já que em casa ninguém queria ficar com nele, mais eu o tratei com muito amor e carinho, e hoje ele está lindo, curado e muito feliz e amado por todos de em casa! Amo meu bebê!” – Mayara

 

 

Antes e depois - Bandit

Antes e depois – Bandit

Antes e depois – Negão

“Em 2009 encontrei o Negão, um cão da raça Rotweiller, caído em uma rua movimentada da cidade de Pouso Alegre, MG. Ele estava caído lá há dias e não tinha forças para se levantar devido à doença e fraqueza. Negão tinha uma bicheira enorme no ouvido que comeu uma de suas orelhas. O cheiro era terrível e quase não conseguíamos chegar perto. O recolhemos, cuidamos dele por muitos meses até curar tantos problemas de saúde que ele tinha, inclusive doença do carrapato e anemia profunda além da bicheira que era visível.. Hoje ele está conosco, pesa quase 60 Kg, está lindo, saudável e vive muito feliz. É muito mansinho e demonstra a cada momento sua gratidão!  Apesar de ter passado pela dor do abandono, Negão não deixou de acreditar no ser humano!” – Ediléia

 

Antes e depois - Negão

Antes e depois – Negão

 

 

 

Antes e depois – Nero

“Este é o Nero, está com 10 meses. Estávamos procurando um cachorro para o sítio do meu pai e, um dia, passando pela lagoa Taquaral em Campinas, havia um cartaz dizendo que tinha filhotes para adoção e a senhora não estava conseguindo alimentar os filhotes, muito menos levá-los ao veterinário para as vacinas. Então, pegamos um dos filhotes! Espero que ela tenha conseguido doar os outros porque estavam em condições precárias!” – Thatiana

 

Nero - antes

Nero – antes

Nero - depois

Nero – depois